As 10 ilhas mais bonitas do mundo

Acho que todo mundo já sonhou em morar em uma ilha algum dia na vida. Bom, se morar entre águas parece algo difícil, pelo menos viajar e passear se pode né?

Existem milhares de ilhas nesse mundo maravilhoso e como tenho a experiência de viver em uma, cercada de natureza, em uma vida mais simples, mais calma e tranquila, hoje listo algumas das ilhas mais incríveis desse mundão, que vai te fazer sair correndo e arrumar as malas, ou pelo menos planejar a sua própria trip.

A seguir refúgios e paisagens de sonho, para mostrar os verdadeiros paraísos naturais do nosso planeta 🙂

1. Ambergris Caye – Belize

A ilha de Ambergris Caye, em Belize, é uma ilha magnífica e uma combinação perfeita de modernidade e tranquilidade. Nela você pode encontrar um mangue acompanhado por praias de areia branca. Carrinhos de golfe são o principal transporte para se locomover pelas estradas de terra da ilha. É um destino cobiçado para os amantes do mergulho pelo seus recifes de coral e o Blue Hole, um círculo de pedra calcária que é de cerca de 120 metros de profundidade.

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2. Providenciales – Turks e Caicos

Este tesouro precioso é guardado pelo mar de Caribe. Providenciales faz parte do pequeno país de Turks e Caicos. Até 1964, parecia que a tecnologia não tinha chegado a este canto do mundo e uma época anterior a ilha não recebeu veículos a motor, água corrente, eletricidade ou telefone. A ilha vive principalmente através do turismo.

Providenciales

3. Bora-Bora – Society Islands

A fascinante ilha de Bora Bora está localizado a 250 km de Tahiti no Oceano Pacífico. Lagoas de azul turquesa, areia branca e fina e pores do sol vermelhos com cores quentes são o cenário perfeito para uma aventura romântica nesta ilha. Nadar com peixes tropicais em uma das reservas naturais, com seus corais e andar relaxado e desfrutar de vistas do Monte Otemanu, um vulcão que ainda está ativo são as principais atrações.

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4. Lewis e Harris – Escócia

Você acha que todas as ilhas da lista seria tropical? A Ilha de Lewis e Harris, na Escócia, é a exceção. Na parte norte (Lewis) da ilha, os megálitos lendários Catalanais brotar da terra como uma cidade de pedra estranho e imponente. No sul (Harris) as praias do leste tem algumas das mais antigas rochas conhecidas do mundo, com milhões de anos de história.

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5. Aitutaki – Ilhas Cook

Esta pequena ilha é incorporada em uma barreira de coral e lagoas infinitas. É ideal para relaxar, passear ao longo da praia, que é desabitada e com palmeiras. Apesar de sua incrível beleza, Aitutaki não é um destino turístico aglomerado que é relativamente difícil de acreditar.

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6. Naxos – Grécia

A Grécia tem milhares de ilhas, e para não falar de Milos que pra mim é uma das mais lindas, hoje vamos conhecer Naxos, que é uma mistura única de ruínas antigas e vida de praia. Uma das maiores ilhas das Cíclades é a casa de infância de Zeus, rei dos doze deuses. Uma vez, em Naxos, você pode chegar à pequena ilha de Palaria, onde o Portara, o local de um antigo templo destruído é considerado como o símbolo da ilha.

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7. Koh Tao – Tailândia

Situado ao longo do Golfo da Tailândia, à sombra de palmeiras, a ilha de Koh Tao leva o seu nome pelas muitas tartarugas que povoam suas praias. As praias de areia branca são cercadas por morros íngremes que são acessíveis apenas por jipes. Tem 300 dias de sol por ano, e é o lugar ideal para desfrutar de umas férias relaxantes.

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8. Nosy Be – Madagascar

A ilha de Nosy Be, com esse nome tão incomum fica na África, e seu nome significa “grande ilha”, que está ao largo da costa noroeste de Madagascar. Lá você pode encontrar lagos vulcânicos, preguiças, destilarias de rum, plantações de Ylang Ylang e recifes de coral que praticamente imploram para ser explorados. Os amantes da flora e fauna vai ficar fascinados pela bela reserva natural Lokobe.

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9. Ilha de Páscoa – Chile

Localizado no Pacífico Sul, ao largo da costa do Chile, a Ilha de Páscoa não é exatamente o lugar mais fácil de chegar. Se você estiver interessado, a melhor maneira de acessá-la é por via aérea de Santiago ou Taiti. No entanto, o isolamento preservou bem as misteriosas esculturas antigas construídas de rocha vulcânica, o Moai, a principal atração da ilha.

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10. Bali – Indonésia

Uma ilha paradisíaca, lar de arrozais, templos antigos, vulcões, praias de areia branca e culturas antigas. Bali é um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez na vida. Conhecida como a “Ilha dos Deuses”, com suas praias pitorescas e deslumbrantes paisagens montanhosas, há uma abundância de atrações culturais para visitar, por exemplo, mais de 20.000 templos que as peles ilha.

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Rolês fora do “circuito turístico chacota” pra se fazer em Atenas

Estou vivendo na Grécia há algum tempo, e posso dizer que esse país me encanta a cada dia. São praias de um azul turquesa de sonho, como as que estão na ilha de Milos, localizada no arquipélago das Cíclades, no Mar Egeu, já falei da ilha de Afrodite, relembre aqui; seja a paisagem exuberante do norte, como em Meteora, aqui, e claro, há muito ainda do que se descobrir.

O país vive em crise econômica há muitos anos é verdade, e também já foi classificada como a 39ª cidade mais rica do mundo por paridade do poder de compra, mas nem por esse antagonismo, perde sua beleza e seu charme. A Grécia é um lugar especial, e a cada dia mergulho mais nessa cultura ancestral cheia de história. E claro, como não falar da maior cidade da Grécia: Atenas – a capital e uma das cidades mais antigas do mundo, com o território habitado há 3400 anos.

Atenas (em grego: Αθήνα) é hoje uma metrópole cosmopolita, com quase 4 milhões de habitantes e que recebe turistas do mundo todo, encantados com tanta riqueza histórica. A principal cidade-estado na Grécia antiga, principal centro cultural das civilizações do ocidente, traz em suas terras, alguns dos maiores nomes do mundo que viveram nesta região: escritores, pensadores e escultores, entre eles estão os autores de peças de teatro Ésquilo, Sófocles, Euripedes e Aristófanes e também os grandes filósofos Platão e Sócrates. A cidade foi sede dos primeiros jogos olímpicos do mundo moderno – pois os jogos olímpicos foram criados em 776 a.C. na cidade de Olímpia, da onde provem o seu nome.

Atenas possui uma vasta variedade cultural, a curiosa mitologia, a imponente arquitetura, uma culinária deliciosa, e um povo muito simpático, que fala alto, e é feliz.

No verão o pôr do sol é às 21h da noite e o comércio, assim como na Espanha também funciona com o rodízio da “siesta”, aquele famoso relax depois do almoço sabe? Depois tudo volta ao normal e se estende até a noite.

Antes das dicas de rolê, uma muito importante. Para se deslocar, utilize o transporte público, uma ótima opção é o metrô, que funciona bem.

Bom, como me sinto cada dia mais familiarizada coma essa cultura milenar, deixo algumas dicas de rolês bacanas para você conhecer um pouco de toda essa história, mas com diversão e aproveitando cada minuto nessa cidade incrível.

1. Acrópole

É impossível ir para Atenas e não conhecer a Acrópole – um lugar de muito significado, com uma colina rochosa que abriga algumas das estruturas mais antigas do mundo, como o Partenon – um dos principais templos do complexo, construído entre os anos de 447 e 438 A.C. e que está dedicado à deusa grega Atena, a protetora dos atenienses e o Erecteion – considerado o espaço mais sagrado da Acrópole, onde foi realizado o culto de várias divindades. O local, cujo nome homenageia Erecteu, rei mítico e herói de Atenas, começou a ser erguido durante a guerra do Peloponeso, em 421 a.C., e só terminou 15 anos mais tarde O bacana dela é que você a vê em diferentes pontos da cidade, e quando a anoitece suas luzes a deixa ainda mais mística. O horário ideal para subir nela é logo cedo ou lá para o final da tarde.

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Jardins da Acrópole

Além da Acrópole, algo bem legal de se fazer é caminhar entre o seu jardins, você não paga nada, passeia, curte o visual. Ideal para quem não quer pagar 15 euros ou encarar o calor para subir até ela.

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2- Cine Paris, Atenas

O Cine Paris fica aos pés da Acrópole e é um cinema permanente ao ar livre. Só a vista já valeria. Mas também seduz pelo charme vintage. Abre de maio a outubro e custa € 8. A história desse cinema é bastante interessante, uma vez que ele construído no início nos anos 20 e foi o primeiro cinema open air, criado por um cabeleireiro grego que morava em Paris. Na programação diversos filmes com legenda e um visual uau de tirar o fôlego. Mais dele aqui.

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3- Rolê pelo bairro Exárchia

Em grego Εξάρχεια – é um bairro central da cidade, que está localizado próximo ao edifício histórico da Universidade Politécnica Nacional de Atenas. A região é famosa por ser ponto de encontro de militantes de esquerda, e reduto do Anarquismo. Vale a pena o passeio para ver as mais variadas formas de expressão de rua e sentir um pouco a atmosfera política e anti política.

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4- To Treno Tou Rouf

É um local que definitivamente você precisa conhecer. Ele é um trem, que possui espaços diferentes. São diversos vagões de trem, e em cada um há uma atração diferente. Na programação variada: shows de jazz, um pequeno teatro onde acontecem as apresentações, além de palestras, e ainda há um mecanismo de movimento que permite que você se sinta realmente viajando pelos trilhos. O espaço Vagão Bar é ideal para tomar um drink, conhecer os artistas que fazem performance e até fazer uma festa. Há ainda um restaurante, um bar open air, um espaço cultural. Um passeio diferente que com certeza será muito divertido. Mais informações aqui.

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5- Rolê de graffiti

É claro que um rolê para mergulhar na arte urbana não ia faltar. Podemos dizer que graffiti é tão antigo em Atenas quanto à própria cidade. Há por todos os lados arte de rua, seja ela um pixo, murais de artistas conhecidos, pequenos desenhos, grandes muros. Você vai notar um grande número deles. Uma curiosidade é que a palavra “graphi” vem do grego e significa escrever. Em Atenas, o que começou com um graffiti político e que servia à um propósito de liberdade de expressão e contestação, hoje em dia, além de ser uma galeria à céu aberto, me dá a impressão de que algumas assinaturas espalhas pela cidade parecem mais um grito de socorro.

Os melhores lugares para admirá-los são na Rua Ermou, no bairro de Gazi, mas também em outras áreas populares como os bairros de Plaka, Psiri e Exargia. Ah, e os trens também são riscados e você pode perceber assim que entra no metrô da estação Pireu.

Para saber mais, um guia de graffiti aqui.

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6- Gazi – um bairro bem animado

Esse antigo bairro industrial sofreu drásticas transformações ao longo da última década. Os gasodutos viraram um espaço para exposições, como é o caso da antiga fábrica de gás, que se transformou no centro cultural Technopolis, que recebe eventos multimídia, shows e festivais de todos os estilos. e a região foi tomada pelos bares, restaurantes, galerias de arte e casas de show, que merecem a visita tanto de dia, quanto de noite.

Este bairro para quem se divertir é uma da melhores áreas com diversas opções de entretenimento sejam os bares mais descolados, os espaços artísticos, clubes com museus, teatros, além dos templos clássicos e arqueológicos que se misturam. É um labirinto de ruas para se perder, se achar e se divertir principalmente. O lugar começa a ficar animado a partir das 11 da noite. A maior parte dos bares abrem até as 3 da manhã, e as discotecas até as 5 da manhã ou mais tarde. Atenas tem uma vida noturna bastante agitada, sente-se em um dos lugares, e peça drinks locais como o raki, o rakomelo ou ouzo.

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7- Six D.O.G.S.

Esse “centro de entretenimento” localizado no bairro de Monastiraki tem de tudo um pouco. Há um bar, um restaurante, uma área verde e um espaço para apresentações musicais e teatrais. Em vários dias, ainda é possível encontrar um mercado de moda e antiguidades no local. Mais informações aqui.

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8- Souvlaki

O mais famoso fast food da Grécia, leva pão pita, tomate, cebola roxa, batata frita, uma opção de carne bovina, suína ou frango, e ainda o molho mais tradicional grego, feito à base de pepino, iogurte e alho, que é o tzatziki. Você encontra por todos os locais, e além de ser bem gostoso e bem servido, é barato, custando entre 1 e 2 euros.

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9- Thanasis – Culinária Grega

Outra dica para você apreciar o seu souvlaki ou ainda gyros no prato, é o restaurante Thanasis. Ele fica bem na área central, perto de Monastiraki, possui um ambiente simples, tradicional, com cerveja gelada e comidinhas deliciosas.

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10- Theatro Empros

Um teatro bem antigo localizado no bairro de Psiri, que é uma área cultural e social não comercial. Um local histórico, marcado por parte da luta política, que defende a liberdade de expressão social, e auto-gestão e produção cultural fora das normas do mercado mainstream. Lá, são realizadas apresentações, shows e muitas festas com entrada “free”, dos mais variados estilos, com performances e muito mais. Vale a pena para se familiarizar com os atenienses e tomar uma cerveja. Mais informações aqui.

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11- Psiri

É um bairro central de Atenas, muito movimentado, cheio de bares, restaurantes, clubes, um bairro que não dorme. No verão, todo mundo fica na rua, seja nas cadeiras em áreas externas, em pé ou em rodas de amigos. É um local autenticamente grego, com boa comida e muitas opções de diversão. Você realmente sente a vida pulsante e todo o agito dos gregos, que são bastante animados e gostam de festar e de beber. Não se preocupe com horários, tudo funciona até tarde.

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12- Plaka

Um bairo gostoso para passear, rodeado de árvores, lotado de restaurantes e ruas estreitas. Um bairro charmoso com construções que datam do século 2º a.C. Durante a noite, tem uma vista incrível da Acrópole iluminada.

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13- Pôr do sol

Claro que não poderia faltar nessas dicas, um local para se apreciar o pôr do sol. O ponto mais alto da cidade é o Montes Lykavittos, com cerca de 277 metros de altura. De lá você tem uma vista surpreendente das colinas, da Acrópole, e o mar ao fundo. Para se chegar, pegue um funicular e depois prepare as pernocas para uma grande escadaria. Uma vez lá em cima, pausa para uma água, um café ou um drink, e até mesmo um corte de cabelo de graça. Sim, há um serviço de cabelereiro completamente gratuito e rápido.

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Καλό Ταξίδι!
(lê-se “kalô taksídi” e significa boa viagem em grego)

As delícias da culinária grega

Como falar na Grécia, viver aqui e não compartilhar os sabores de sua rica culinária? Impossível né? Boa de garfo que sou, hoje o post é sobre uma das melhores coisas que podemos fazer na vida: comer.

A culinária grega contemporânea é tipicamente mediterrânea, e utiliza extensivamente o azeite, grãos, pão, vinho, peixes, queijo, e diversos tipos de carnes.

Desde a primeira vez que aterrissei por aqui, uma das primeiras coisas que quis provar, foi o iogurte grego. Mas, não pensem que aquele “Grego” que temos no Brasil chega aos pés dos que encontramos por aqui. O verdadeiro iogurte grego é além de delicioso, firme em sua consistência e você pode comer ele sem nada, ou com mel, frutas. Aqui o iogurte é muito consumido, e de diversas maneiras. Coloca-se até no arroz, para fazer tzatziki, que é um molho a base de pepino, alho e claro, iogurte. É muito bom, você saboreia com carne e até mesmo com pita pão.

Uma curiosidade é que ele é feito com leite de ovelha, e acho que deve ser por isso que sua base é firme e seu gosto, hummm…

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Uma das melhores carnes por aqui é o cordeiro. As costelas temperadadas com muito azeite e limão siciliano
são de lamber os beiços. Quando se vive em ilha, os animais são criados soltos, e tanto o carneiro, quanto à cabra e o porco recebem um tratamento especial antes de irem para o forno. Você sente a diferença de comer uma carne orgânica.

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E os frutos do mar, frescos todos os dias, principalmente no verão. Se você não é muito da carne vermelha, precisa experimentar a lula, o polvo, o camarão e os peixes da estação. Toda boa alimentação precisa ter uma fonte boa de proteína. Eu sou mais do mar, então para mim aqui é o paraíso.

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Tudo aqui tem que ter azeite, não é a toda que um dos melhores ingredientes do mundo, e um dos mais utilizados vem daqui. Ao invés das tradicionais árvores, são oliveiras por todos os lados. Desde os tempos mais remotos, as oliveiras são cultivadas na Grécia. Para os antigos gregos a oliveira representava, entre outras coisas, paz devido à sua tranquilidade. Era tão valorizada, que aos vencedores dos antigos Jogos Olímpicos, era dada uma coroa feita de ramos de oliveira brava.

Nos dias de hoje, a oliveira é a cultura mais intensiva de toda a Grécia, produzindo-se anualmente 400 000 toneladas de azeite e, constituindo desse modo, o terceiro maior produto em todo o mundo. Ao longo do tempo, as técnicas de cultivo e de produção de azeite, mantiveram-se quase inalteradas: 75% da produção de azeite é de excelente qualidade, podendo ser consumido sem qualquer tratamento. O azeite virgem grego, é por isso, um produto natural, com um sabor autêntico, um agradável aroma e com muitas propriedades nutricionais.
Pesquisas actuais demonstram que o azeite é benéfico para a saúde, sendo facilmente absorvido pelo organismo e o seu consumo contínuo, previne doenças de coração e problemas de estômago.

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Azeite-de-oliva-Lubrificante-e-afrodisíaco

Outro ingrediente que a maioria das pessoas ama e que aqui também ter um sabor especial é a batata. Sim, esse carboidrato que combina com qualquer prato. Principalmente, aqui em Milos as batatas são deliciosas. Elas têm uma textura de crocância e não são amarelas, são mais branquinhas, mais naturais. Os gregos são bons de garfo e colocam a batata em tudo.

E como não falar dos queijos. Uma grande variedade de queijos também é utilizada na culinária da Grécia; alguns dos tipos são feta, kasseri, kefalotyri, graviera, athotyros, manouri, metsovone e mizithra.

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Aqui também muito consumido é o mel. São muitos os apiários e muitas pessoas cultivam o meu. Um mel orgânico, puro que você come com tudo. Eles são provenientes de muitas ilhas, principalmente de Milos e Kímolos.

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O tomate, ingrediente que faz parte da alimentação grega, é consumido quase todos os dias, basicamente com a famosa salada grega, que leva pepino, cebola roxa, azeitona, pimentão vermelho, pimentão verde, queijo feta e muito azeite. Os tomatinhos têm um gosto doce.

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Em restaurantes e nas refeições em família, os pratos mais tradicionais são o pastitsio, que é um macarrão com carne, que é levado ao forno, com muitas camadas de molho bechamel e é simplesmente incrível.

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Moussaca: é a versão da lasanha grega, que leva beringela, batata e carne moída.

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Mas, culinária grega também tem fast food, e o mais famoso é o souvlaki, um sanduíche no pão pita, com carne de porco, frango ou bife, batata frita, tomate, cebola roxa e claro, o molho tzatziki.

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E em padarias e em qualquer estabelecimento você encontra as deliciosas massas folhadas e caseiras, para comer no café da manhã ou à qualquer hora do dia: tiropita, feita com camadas de manteiga e queijo, spanakopita que leva espinafre.

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E claro, não poderia faltar a sobremesa. Formiga que sou e louca por doces, os tradicionais são: Baklava que leva nozes, amêndoas, noz moscada e canela, o kataífi, uma massa crocante com amêndoas e nozes. Não indicado para quem está de dieta.

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E ai deu água na boca? No próximo post vou falar das bebidas, afinal os gregos são bons de garfo, mas também bons de goró.

Continuação – Por que a Grécia?

Era a primeira vez que conhecia um grego, tinha olhos verdes, loiro e pelo clara, podia ser alemão ou inglês, mas não era. Começamos a conversar em inglês, um bate papo gostoso e uma boa sintonia. Risadas, música, paisagem e uma nova conexão na Chapada Diamantina.

Ficamos no chat por muitas horas, já havia amanhecido e como estávamos de férias, sem relógio, as horas são iguais, você sabe a hora que clareia, o pôr do sol, a brisa fresca, ou seja, o que importa!

Voltamos para o centro de Lençóis caminhando, envoltos de risadas e boas energias. Ele me olhava profundamente, eu levava na boa, estava tão tranquila e fazendo amizade.

A barriga avisava que era hora de comer. Que tal um café da manhã?

Entre café preto e pão na chapa, mais conversê.

Depois, fomos caminhando até meu destino final. Marcamos de nos ver no mesmo dia, sem celular, sem número, nem onde ele estava hospedado eu sabia. 17h em frente ao banco…

Por que a Grécia?

Logo que comecei o blog, há cerca de um mês deixei um título aqui: “Por que a Grécia?” – pode ter ficado vago por um tempo, mas não se perdeu; hoje eu conto um pouco mais dessa história.

Como jornalista e trabalhando com comunicação, seja internet ou televisão, sempre tive a oportunidade de viajar. Viajar à trabalho ou à lazer, aquelas “trips” mais longas e às viagens aos finais de semana. Cada lugar novo que visito, guardo uma recordação boa. Pelo Brasil já rodei diversas regiões, passando pelos pampas, pelo semi-árido e árido do sertão, às dunas do Jalapão e o calor do norte.

O Brasil é um mix de culturas, de sabores, de cores, e temos belezas únicas de vegetação, flores, plantas e visuais. Tenho as minhas regiões preferidas, como a Bahia, o paraíso da Chapada Diamantina, Moreré, a calma e a tranquilidade das montanhas do interior, o agito de São Paulo e as cores de Maceió. Falar do país onde nasci é falar bem. Falar bem das coisas lindas, de toda a minha vida, da minha família, dos amigos, da oportunidade de trabalhos incríveis e ainda mais por conhecer tantas novas histórias. Me sinto privilegiada.

Trabalhando há cerca de 2 anos mais com internet, com o site de cultura urbana, Mistura Urbana, não tenho uma rotina externa, de chegar no horário marcado e de trabalhar aos finais de semana. Da vida virtual, das muitas horas no computador, seja pesquisando, entrevistando, escrevendo ou atualizando as redes, há liberdade de movimento. Posso viajar aos finais de semana e também no meio da semana, se tiver conectada posso estar em qualquer lugar.

Pratigi - Bahia

Pratigi – Bahia

Moreré - Bahia

Moreré – Bahia

No ano passado, no verão baiano em janeiro, como de costume, passei às minhas férias na Chapada Diamantina. Um paraíso brazuca, cercado de natureza exuberante, cachoeiras, montanhas, rios, trilhas e muitas cores; seja de suas flores, dos seus pássaros, da sua gastronomia. A Bahia é encantadora e sempre me traz coisas boas.

Nessa temporada com os amigos, entre uma festa e outra, dias de sossego total e de sombra e água fresca, você está em contato com pessoas, e não só brasileiros, mas gente do mundo todo. A Bahia é muito internacional, e mais ainda a Chapada Diamantina. Entre festivais de música ou eventos ao ar livre na praça da pequena e linda Lençóis um mix de idiomas, de sons, de cheiros.

Chapada Diamantina - Bahia

Chapada Diamantina – Bahia

Em um dia desses de calor, logo pela manhã eu conheci um grego. Grego esse, cujos olhos eu já conhecia, mas não de um passado distante, de alguns dias atrás, talvez em algum outro local que tivéssemos nos cruzado. Sou boa de fisionomia.

Seus olhos verdes brilhavam e um bate-papo começou…era a primeira vez que eu conhecia um grego.

Brazucas em Milos e um pouco mais da história desse paraíso azul

Esses dias por aqui ando falando português, e ahhhh como isso é bom. Fico feliz – Harumini – em grego. Me lembro que no ano passado, quando fiquei 2 meses na ilha, encontrei somente com um casal do Rio de Janeiro. Mas, a temporada está só começando e entre ontem e hoje muitos brasileiros de Porto Alegre, Brasília e de São Paulo.

É muito bom porque Milos é uma ilha não tão famosa, mas que aos poucos vem sendo descoberta, também pudera, o lugar além de ser pra lá de especial, com gente hospitaleira, boa comida, praias maravilhosas, sossego, é ideal para você que quer curtir uma viagem romântica, para vir com os amigos e com toda a família.

Milos Island (Mηλος em grego) encontra-se a meio caminho entre Atenas e Creta. Milos é “a ilha das cores”, graças à sua origem vulcânica, que oferece praias e águas de beleza e cores únicas. A Ilha de Milos tem vôos diários e balsas freqüentes. O turismo aumenta a cada dia, e esse lugar mágico vai tocar seu coração.

O lugar ideal para tirar férias relaxantes e se divertir. Pessoas do mundo todo a cada dia descobrem Milos, um paraíso que certamente você nunca mais vai esquecer.

A ilha de Milos tem sete vilarejos, vamos chamar de cidades. Adamas, Triovassalos, Pera Triovassalos, Tripiti, Plakes, Plaka, Zefiria e Pollonia. Plaka é a capital da ilha, a maior cidade com 5 mil habitantes. Assim como em toda a Grécia, as igrejas brancas estão por todos os lugares: Visite as igrejas de Agia Triada e Agios Halarambos são incríveis.

Construída na colina na entrada do Golfo, está Plaka o lugar onde moro, e é também bem característico, com estradas estreitas, ruazinhas para se perder, cafés, bares, lojas, e o “Kastro” – de onde se tem uma vista incrível da ilha e um esplendoroso pôr do sol.

Plaka também tem muitos museus, como o “Folk Museum”, Museu Arqueológico, as Catacumbas, um dos primeiros teatros e muita história…

Tem muitos mais..no próximo post a gente continua desbravando Milos. Enquanto isso dá uma olhada nesse site link, que é legal para se ter uma ideia do lugar, de como chegar e muito mais.