Por que a Grécia?

Logo que comecei o blog, há cerca de um mês deixei um título aqui: “Por que a Grécia?” – pode ter ficado vago por um tempo, mas não se perdeu; hoje eu conto um pouco mais dessa história.

Como jornalista e trabalhando com comunicação, seja internet ou televisão, sempre tive a oportunidade de viajar. Viajar à trabalho ou à lazer, aquelas “trips” mais longas e às viagens aos finais de semana. Cada lugar novo que visito, guardo uma recordação boa. Pelo Brasil já rodei diversas regiões, passando pelos pampas, pelo semi-árido e árido do sertão, às dunas do Jalapão e o calor do norte.

O Brasil é um mix de culturas, de sabores, de cores, e temos belezas únicas de vegetação, flores, plantas e visuais. Tenho as minhas regiões preferidas, como a Bahia, o paraíso da Chapada Diamantina, Moreré, a calma e a tranquilidade das montanhas do interior, o agito de São Paulo e as cores de Maceió. Falar do país onde nasci é falar bem. Falar bem das coisas lindas, de toda a minha vida, da minha família, dos amigos, da oportunidade de trabalhos incríveis e ainda mais por conhecer tantas novas histórias. Me sinto privilegiada.

Trabalhando há cerca de 2 anos mais com internet, com o site de cultura urbana, Mistura Urbana, não tenho uma rotina externa, de chegar no horário marcado e de trabalhar aos finais de semana. Da vida virtual, das muitas horas no computador, seja pesquisando, entrevistando, escrevendo ou atualizando as redes, há liberdade de movimento. Posso viajar aos finais de semana e também no meio da semana, se tiver conectada posso estar em qualquer lugar.

Pratigi - Bahia

Pratigi – Bahia

Moreré - Bahia

Moreré – Bahia

No ano passado, no verão baiano em janeiro, como de costume, passei às minhas férias na Chapada Diamantina. Um paraíso brazuca, cercado de natureza exuberante, cachoeiras, montanhas, rios, trilhas e muitas cores; seja de suas flores, dos seus pássaros, da sua gastronomia. A Bahia é encantadora e sempre me traz coisas boas.

Nessa temporada com os amigos, entre uma festa e outra, dias de sossego total e de sombra e água fresca, você está em contato com pessoas, e não só brasileiros, mas gente do mundo todo. A Bahia é muito internacional, e mais ainda a Chapada Diamantina. Entre festivais de música ou eventos ao ar livre na praça da pequena e linda Lençóis um mix de idiomas, de sons, de cheiros.

Chapada Diamantina - Bahia

Chapada Diamantina – Bahia

Em um dia desses de calor, logo pela manhã eu conheci um grego. Grego esse, cujos olhos eu já conhecia, mas não de um passado distante, de alguns dias atrás, talvez em algum outro local que tivéssemos nos cruzado. Sou boa de fisionomia.

Seus olhos verdes brilhavam e um bate-papo começou…era a primeira vez que eu conhecia um grego.

2 comentários sobre “Por que a Grécia?

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